No dia em que fui feliz, sentei na praia e olhei o mar, em silêncio. Olhei o mar e um sorriso nasceu como que se sentindo envergonhado, medroso, tímido.
No dia em que fui feliz, o vento bagunçou meus cabelos e eu não quis arrumar.
No dia em que fui feliz olhei um cachorro correr atrás de um saco plástico que voava.
No dia em que fui feliz, o sol me fez ficar de olhos apertadinhos e testa franzida
No dia em que fui feliz não lembrei de nada, nem das coisas boas e nem das ruins.
O dia em que fui feliz não foi o dia que não fui triste.
O dia que fui feliz não foi o dia em que meus problemas sumiram. Eles estavam lá, continuavam os mesmos. Mas no dia em que fui feliz, eu não ligava pra eles.
O dia em que fui feliz foi o dia em que não me preocupei com a felicidade...
quarta-feira, novembro 07, 2007
quarta-feira, outubro 31, 2007
sobre o abuso dos pombos... ¬¬'
Alguém aqui, quando criança, corria na praça para espantar pombos e os ver voando desesperados? Se sim, com certeza deve lembrar que a parte da "corrida" era apenas diversão, mania que criança tem de correr. Não era algo imprescindível, já que os pombos voavam ao mínimo pensamento de colocarmos os pés no chão. Eu, que nunca gostei de chegar perto de penosos, lembro que, lá de longe, dava só pisão mais forte no chão, era o que bastava para fazer todos os pombos voarem pra bem longe.
Agora não, eles fazem reuniões na calçada e, pra não pisar neles, tem que pedir licença. ¬¬'
Eles não saem mais da frente, perderam o medo e não estão nem aí pra ninguém. Ontem mesmo eu estava indo trabalhar e quase fui atropelada por um desses folgados. O ponto de ônibus é perto de um restaurante self-service, aliás, é em frente à porta dos fundos do local. Isso quer dizer que o lixo do restaurante fica perto do ponto, atraindo os coisos para comer. Eis que eu estava lá esperando e três cara resolveram passar no meio do banquete dos pombos e alguns deles voaram quando foram quase pisados. Só que voaram baixo, bem na altura do meu rosto. Por um triz eu não levei uma asada de pombo na cara. Muito agradável, não? ¬¬'
O pior é que os pombos ainda parecem sofrer de algum tipo de piriri eterno. Cagam em tudo quanto é lado e você ainda tem que tomar cuidado para não levar um fresquinho bem na cabeça. Eles resolveram adotar minha casa como área de lazer: Aparecem sem ser convidados, comem toda comida do meu cachorro e cagam o carro todo.
E aí eu penso, quem são os idiotas que dão comida aos pombos achando super bonitinho??? Dá o endereço pra eu levar um carrinho de cocô de pombo de presente de natal.
Agora não, eles fazem reuniões na calçada e, pra não pisar neles, tem que pedir licença. ¬¬'
Eles não saem mais da frente, perderam o medo e não estão nem aí pra ninguém. Ontem mesmo eu estava indo trabalhar e quase fui atropelada por um desses folgados. O ponto de ônibus é perto de um restaurante self-service, aliás, é em frente à porta dos fundos do local. Isso quer dizer que o lixo do restaurante fica perto do ponto, atraindo os coisos para comer. Eis que eu estava lá esperando e três cara resolveram passar no meio do banquete dos pombos e alguns deles voaram quando foram quase pisados. Só que voaram baixo, bem na altura do meu rosto. Por um triz eu não levei uma asada de pombo na cara. Muito agradável, não? ¬¬'
O pior é que os pombos ainda parecem sofrer de algum tipo de piriri eterno. Cagam em tudo quanto é lado e você ainda tem que tomar cuidado para não levar um fresquinho bem na cabeça. Eles resolveram adotar minha casa como área de lazer: Aparecem sem ser convidados, comem toda comida do meu cachorro e cagam o carro todo.
E aí eu penso, quem são os idiotas que dão comida aos pombos achando super bonitinho??? Dá o endereço pra eu levar um carrinho de cocô de pombo de presente de natal.
segunda-feira, outubro 29, 2007
Uma maldição, acho que é isso. Há uma maldição que me impede de ir ao TIM Festival. Edição após edição, eu nunca consigo ir a nenhum show sequer. Perdi shows ruins, medianos, bons, espetáculos inesquecíveis, tudo....
O mais próximo que cheguei do festival foi no pré-show que amigos inventaram no Amarelinho da Cinelândia pra beber cerveja (ainda mais que lá dentro tudo custa um olho da cara). Aliás, não sei porque fiz isso. Ter que ir pro ponto de ônibus sabendo que todos vão pra Marina da Glória é, no mínimo, um ato de masoquismo. Devia estar querendo me punir por alguma coisa, sei lá. Até hoje não acho graça em lembrar da cena: paguei meu chopp, andei até o ponto, peguei o 378, cheguei em casa, liguei a tv e assisti o show do Strokes inteiro me remoendo de raiva de ter chegado tão perto só pra voltar pra casa.
E agora é a hora de ouvir que o show da Juliette foi explosivo, que o Killers isso, que blablabla... Como disse no fotolog do Felipe, "odeio essa gente que fica esfregando o TIM na minha cara ¬¬' "
hehehe....
O mais próximo que cheguei do festival foi no pré-show que amigos inventaram no Amarelinho da Cinelândia pra beber cerveja (ainda mais que lá dentro tudo custa um olho da cara). Aliás, não sei porque fiz isso. Ter que ir pro ponto de ônibus sabendo que todos vão pra Marina da Glória é, no mínimo, um ato de masoquismo. Devia estar querendo me punir por alguma coisa, sei lá. Até hoje não acho graça em lembrar da cena: paguei meu chopp, andei até o ponto, peguei o 378, cheguei em casa, liguei a tv e assisti o show do Strokes inteiro me remoendo de raiva de ter chegado tão perto só pra voltar pra casa.
E agora é a hora de ouvir que o show da Juliette foi explosivo, que o Killers isso, que blablabla... Como disse no fotolog do Felipe, "odeio essa gente que fica esfregando o TIM na minha cara ¬¬' "
hehehe....
quinta-feira, outubro 18, 2007

recebi um certificado de "blog que está entre os melhores momentos virtuais" da Biba. a idéia é indicar 5 blogs que te proporcionem bons momentos virtuais.
Então lá vai:
Pensamentos circulares
Último grito
Lollypop Lemon Drops
Terapia do qualquer coisa
Do fundo
Mesmo que o Felipe (do fundo) não poste há uma vida, eu gosto do blog dele e sempre volto lá pra ver se resolveu escrever uma linha que seja...
terça-feira, outubro 02, 2007
Os dias passam rápido.
Os dias passam rápido demais.
As semanas correm.
As semanas correm mais que eu.
Os meses voam.
Os meses voam e eu não tenho asas pra acompanhar.
Dá um desespero perceber que não tem como parar, que não dá pra correr atrás deles, que não dá pra alcançar.
Mas as horas demoram a passar. Às vezes sinto que elas se disfarçam de séculos.
Até mesmo de milênios.
Elas me enganam direitinho, eu sempre caio......
Os dias passam rápido demais.
As semanas correm.
As semanas correm mais que eu.
Os meses voam.
Os meses voam e eu não tenho asas pra acompanhar.
Dá um desespero perceber que não tem como parar, que não dá pra correr atrás deles, que não dá pra alcançar.
Mas as horas demoram a passar. Às vezes sinto que elas se disfarçam de séculos.
Até mesmo de milênios.
Elas me enganam direitinho, eu sempre caio......
terça-feira, setembro 18, 2007
terça-feira, setembro 11, 2007
Sempre brinco com meus amigo dizendo que tô velha. Já não sinto a mesma empolgação em sair pra dançar e chegar em casa no outro dia. Já não sou aquela que saía, pulava a noite inteira e, na volta pra casa, passava na padaria pra comprar pão pro café escondida das velhinhas fofoqueiras da igreja que chegavam pra missa.
Mas mesmo brncando, parei pra pensar e percebi que a velhice chegou só pra isso mesmo, trouxe uma preguicinha e tal, mas só...
Mas quando eu penso que mês que vem vou ser madrinha de casamento pela segunda vez, que meu afilhado já tem 12 anos, que meus amigos já têm família, filhos e tal.... caraca! Dá uma coisa....
Eu não me imagino assim, simplesmente não consigo. E lembro que aos 13 anos, no pátio da escola, respondendo aqueles velhos cadernos de perguntas, eu diria numa boa que estaria casada aos 25 anos. Tenho quase 26, moro com minha mãe, nunca namorei ninguém por muito tempo, não ganho o suficiente pra me sustentar....
E aí me vejo numa loja comprando taças de presente de casamento e brinquedo de presente de aniversário de dois anos. Juro que dá um nó na cabeça....
Se alguém me falasse que casou com 25 anos, eu não acharia nada de absurdo. Mas se algum amigo meu fala que vai casar, que vai ter um filho ou coisa assim, arregalo os olhos e da minha boca só sai "quê????" o.O'
Não adianta, por mais que me sinta velha, ainda não tenho idade suficiente pra isso.... ¬¬'
Mas mesmo brncando, parei pra pensar e percebi que a velhice chegou só pra isso mesmo, trouxe uma preguicinha e tal, mas só...
Mas quando eu penso que mês que vem vou ser madrinha de casamento pela segunda vez, que meu afilhado já tem 12 anos, que meus amigos já têm família, filhos e tal.... caraca! Dá uma coisa....
Eu não me imagino assim, simplesmente não consigo. E lembro que aos 13 anos, no pátio da escola, respondendo aqueles velhos cadernos de perguntas, eu diria numa boa que estaria casada aos 25 anos. Tenho quase 26, moro com minha mãe, nunca namorei ninguém por muito tempo, não ganho o suficiente pra me sustentar....
E aí me vejo numa loja comprando taças de presente de casamento e brinquedo de presente de aniversário de dois anos. Juro que dá um nó na cabeça....
Se alguém me falasse que casou com 25 anos, eu não acharia nada de absurdo. Mas se algum amigo meu fala que vai casar, que vai ter um filho ou coisa assim, arregalo os olhos e da minha boca só sai "quê????" o.O'
Não adianta, por mais que me sinta velha, ainda não tenho idade suficiente pra isso.... ¬¬'
Assinar:
Postagens (Atom)
